Na Vanguarda da Actualidade
Não acham isto ridículo? Será que as pessoas que começam um texto com o título " Leiam por favor" ou " Por favor leiam" ou até o clássico " Aviso ", não têm a noção de que estão a hipnotizar as pessoas a o lerem? Um truque rasca, se querem a minha opinião. E as pessoas que lêem o título também não têm grande escolha. Se estivermos a procurar a origem do chocolate no wikipédia para um trabalho, e de repente nos aparece um título com letras gigantes a dizer "Por favor leia: um apelo ..." a nossa escolha é limitada. Claro que toda a gente sabe que o senhor quer-nos meter a mão ao bolso, mas aquele título é irresistível. Ainda mais se estiver um cartaz gigante na rua a dizer "Oqueeisto.com", como havia há um ano. Claro. Eu nem fui a correr para casa para ver o que é que aquela coisa era nem nada. Mas neste caso foi apenas uma estratégia de marketing ( e de estratégias de marketing sei eu). Consigo pensar em milhares de exemplos em que isto me aconteceu. Mas, também existe aquela estratagema do "fruto proibido é o mais desejado". Se houver um texto que comece por "Aviso", eu vou lê-lo para saber o que hei-de de fazer pelas próximas duas horas. Ou então, sempre há aqueles que fazem tudo para parecer diferentes. " Perigo de morte? Ninguém me diz o que fazer". " Justin Bieber? Quando aprender a falar com uma voz normal dou-lhe uma hipótese.". Não, não. Já me estou a desviar do assunto. Vêem? Começaram a ler este post com a ideia de que iria ter algo de interessante, ou até mesmo relevante. E acabaram com o Justin Bieber. Não faz mal. Também já me aconteceu.
publicado por Sebastião Marques Lopes às 00:34 | link do post
Começo por dizer que este Blog é muito fraquinho. Uma das razões pela qual ele é fraquinho, deve-se ao facto da nossa tecnologia ser muito fraquinha. Imaginem só, que eu não posso ver em tempo real, as pessoas que vêem o nosso Blog. Eu sei, eu sei... Ainda somos mais fraquinhos do que vocês estavam à espera. Mas ( embora não tenhamos esta tecnologia) acredito que existem alguns leitores que já foram a um concerto. Acredito também que alguns dos nossos leitores já foram a um concerto em que a audiência desse concerto, era maior que a sua pessoa ( em termos de altura ). E digo-vos mais uma coisa em que eu acredito: acredito que quem vai a um concerto com 14 anos, não vai ver música; vai ver nucas. Eu já fui a alguns concertos, e em todos eles ( pronto não em todos mas na maioria) eu fico atrás de pessoas mais altas do que eu. E não por ser baixo. As outras pessoas é que são altas. Devem então concluir, que eu sou um perito em nucas e pescoços. E sou mesmo. Alguém sabe como é que a maioria das nucas de pessoas que vão aos Metallica são? Pronto esta não sei. Na primeira música fui logo ao chão com o moche. Mas alguém sabe como é que é uma nuca nos Vampire Weekend? Para além do cheiro a erva, a nuca é branca e não tem imperfeições, ao contrário das nucas nos National, que a cabeleira nem deixa espreitar esse novo mundo. Nem vos falo das nucas nos AC/DC e então na Ebony Bones... Mas acho que já perceberam a ideia. Uma nuca é muito mais do que apenas "a parte detrás de uma cabeça". A nuca é uma zona do nosso corpo que deve ser tratada com carinho e respeito. Nem acredito que nunca ninguém reparou nisto. Se calhar já, por isso vou acabar este post antes que alguém publique um semelhante. Termino então com isto: Nuca vi o House a curar uma pessoa através da nuca
publicado por Sebastião Marques Lopes às 11:08 | link do post

Uma das qualidades da sociedade portuguesa do século XXl, são as crianças. Mais concretamente, dos 10 aos 16, vá lá. Aquele tipo de crianças que nunca leu nenhum livro, só gosta do que ouve na rádio e em discotecas e só vê coisas terríveis ( falo de cinema e televisão). E, há pouco tempo, estreou uma série televisiva chamada "Glee". Esta série para além de ter os dramas adolescentes normais em qualquer programa péssimo de televisão, também aborda a música de uma maneira diferente. É basicamente um coro dançante, que canta músicas mais pop, em vez do velho Mozart. Como devem calcular, só uma mulher ou um homem com um gosto para séries muito estranho é que gosta deste monte de poia a que algumas pessoas chamam "série". É que há tantas coisas para não gostar. Os diálogos são fracos, os actores não são assim muito bons, e finalmente a realização é demasiado simples. E para além disto, eles pegam em clássicos como "You can't always get want you want" dos Rolling Stones e transformam-no em algo terrível. Como devem calcular, eu sou um religioso crítico desta série. Até há dois dias atrás. Começou com um simples trabalho de casa: trazer uma música de que gostemos. Uns trouxeram Bach, outros Interpol, eu trouxe New Order. E foi então que uma rapariga chutou isto do nada: " A música que eu escolhi chama-se Bohemian Rhapsody, original dos Queen versão Glee". Começou então a tocar. Também não prestei muita atenção à música ( visto que eu e o resto do mundo já a ouvimos milhares de vezes). Esperei e no final perguntei-lhe " Mas já conhecias esta música?" ao que a respostas foi um simples "Não". Não?! Como é que é possível uma rapariga mais velha que eu, não conhecer os Queen? E no final da aula também descobri que não conhecia Cure, nem Velvet Underground, nem mesmo Grand Corps Malade. Desde então que passei a adorar a série. E sabem porquê? Porque se a única forma de dar a conhecer à juventude de hoje em dia os Queen e os Rolling Stones é de criar um série fraquinha, então que venham mais. Um pequeno preço a pagar.

publicado por Sebastião Marques Lopes às 19:27 | link do post
Já estamos todos fartos de ouvir que uma coisa é tipicamente portuguesa. E embora às vezes diga coisas parecidas ( usar nacionalidade para fins cómicos por exemplo ) acho que as pessoas usam a expressão " tipicamente português" ou " mesmo à portuguesa" em demasia. Penso também que muitas das coisas que as pessoas dizem ser "aportuguesadas" são na verdade, coisas que não têm nada a ver com Portugal. E aí fica a dúvida. Por exemplo, quando na série animada americana "Family Guy" o pai da família diz " Ainda bem que contratei estes portugueses para me ajudarem na pescaria", será que está a insultar ou a apenas constatar que Portugal foi em tempos uma grande potência no ramo da náutica ( sim eu disse ramo da náutica)? Claro que se pensarmos um bocado, sendo esta série humorística e principalmente AMERICANA ( país veterano em gozar com os outros, especialmente em séries animadas) podemos presumir que provavelmente estavam gozar connosco. Mas agora outro exemplo. Já não me lembro em que episódio, mas recordo-me que numa cena da 5ª temporada da série ( curiosamente também americana ) "Os Sopranos" a mulher diz para o marido " Os outros não me conseguiram arranjar os canos" ( no sentido literal) " mas desta vez contratei uns portugueses para ver se me conseguem arranjar isso. O povo deles é mesmo empenhado". Já vi isto há dois anos atrás por isso não sei se a tradução é a mesma ou se a frase está exactamente igual, mas o fundamental está lá. Aqui não existe discussão em relação ao significado, por isso nem vou explicá-lo não por ser 1 da manhã mas por ser demasiado óbvio e vocês já estão a pôr em consideração desligar o computador ou fechar esta janela. Por isso vou ao que interessa. Se os Sopranos dizem que Portugal é um país trabalhador, então porque é que há outros que dizem que os portugueses são todos um bando de preguiçosos? E o que mais me surpreende, é que não são só os americanos que a única coisa que sabem de Portugal é o Cristiano Ronaldo. Não senhor. Até os nossos o dizem. Sim, falo de portugueses, que agora não tenho a certeza se são portugueses " de verdade " como dizia o outro. Pois, porque português que é português não critica os seus, mesmo que estejam tremendamente errados.
publicado por Sebastião Marques Lopes às 00:30 | link do post
Confesso que hoje ( e nas últimas semanas) estou um pouco confuso. Não estou a pensar muito bem, se é que me entendem. Se calhar é por ter dormido pouco e mal, ou se calhar é por ter estado um pouco febril ou até mesmo pelas defesas inacreditáveis do Joe Hart no jogo contra o Tottenham; só sei que me sinto um pouco mole. E tirando a parte em que não fiz absolutamente nada hoje ( e sei que vocês também não ) não sei que dia da semana é. Por isso vou em vez de me arriscar a fazer uma rubrica que não é de hoje, vou por uma música que não me sai da cabeça.
publicado por Sebastião Marques Lopes às 13:52 | link do post
Visto que não escrevo já há algum tempo, não acho que seja correcto fazer a nossa rubrica de Domingo "Futebol de Fato e Gravata". Ainda por cima não escrevemos esta rubrica há muito tempo e ainda por cima disso, não há muito a dizer sobre Futebol. Pronto, pronto. O Porto ganhou a Supertaça. Podemos continuar? Hoje eu gostava de falar sobre uma língua que me é muito querida. A língua Portuguesa. Pois existem três coisas que me estão a afectar um pouco. Vamos lá começar. A primeira obviamente é o acordo ortográfico. Para mim, o que este " acordo " ( sim, porque eu não concordei com nenhum " acordo " ) defende, é que umas quantas pessoas me vão obrigar a escrever praticar quando eu quero escrever practicar. E a única coisa que eu quero practicar agora é o acto de dizer que eu gosto de escrever com c's e hífens e ois com acento. E não me importa se parecer politicamente incorrecto, ou se algumas pessoas acharem ignorante. Nunca verão um post meu em que eu escreva praticar. A segunda coisa que eu gostaria de falar era sobre a "se-calhar-palavra" mudasti. Desculpem "mudasti". Esta ideia tem me dado noites em branco pois eu por um lado gosto e por outro não gosto da ideia. Não gosto porque como a maioria dos portugueses gosto de roçar a minha língua na língua de Camões. E duvido que ele ache piada à palavra mudasti no nosso dicionário. Por outro lado, sei que seria impagável ver as expressões dos meus professores (principalmente da minha professora de português) quando eu disser "mudasti" por tudo e por nada. Dava-me um serão divertido de certeza absoluta. Finalmente gostaria de falar-vos sobre as reticências. Vou sumarizar o meu discurso porque o post está a ficar grande. Eu acho que as reticências estão a matar a nossa escrita e fala. Sempre que eu vejo um post ou estou a falar com alguém, é inevitável identificar umas reticências. Considero uma falta de respeito. Claro que estou a ser um pouco hipócrita porque já de certeza que acabei um post com umas reticências, mas de certeza que tinha um bom motivo. Mas agora, acabar um livro ou um grande texto com reticências? Nem dão ao leitor a oportunidade de saber o que vai na alma do escritor. Eu por outro lado vou me revoltar e fazer isto ao contrário. Vou começar este post com umas três lindas
publicado por Sebastião Marques Lopes às 23:34 | link do post
Embora não fale muito sobre música no blog ( coisa que faço mal ) de vez em quando tenho que me pronunciar sobre este assunto. Sei também, que por esta altura do campeonato, já devem saber que o tipo de música de que eu gosto está infeliz mente a desaparecer. Estou a falar claro de rock n' roll. Mas não é desse rock n' roll de hoje em dia. Esotu a falar de rock n' roll puro: de solos de 20 minutos, de dedos a sangrar de tocar com tanta força nas cordas, de guitarras a serem partidas ou queimadas, de stage dives, de ouvir umas asneiras de vez em quando e principalmente; de boas músicas. Já não suporto ouvir na rádio lady gagas, Hannahs Montanas e Green Days ( banda que dou uma grande gargalhada quando me dizem que se inspiraram nos Clash ). Porque é que não passam música boa? Porque embora eu diga que este estilo de música está a desaparecer, ainda existem bandas actuais que tocam boa música. Que têm bons riffs, letras que nunca ninguém escreveu e músicas que não soam exactamente igual a todas as outras músicas de bandas do mesmo género. A maioria das bandas que vão ao Super Bock Super Rock são assim. E ainda bem que lá vou estar. Mas felizmente há um estilo de música que sempre estará intacta na cabeça dos portugueses. E esse estilo de música, é que é realmente puro. Embora não vá ao Super Bock.
publicado por Sebastião Marques Lopes às 12:46 | link do post
A maioria das pessoas da nossa sociedade, constrói a sua opinião principal de uma assunto, de acordo com a sua 1ª impressão dele. Costuma ser uma coisa que alguém ou que essa mesma pessoa viu, ou então é só uma opinião aleatória que têm a ver com o que a pessoa sente no momento em que constrói a opinião. Eu sei que isto é um pouco confuso, mas talvez os meus clássicos exemplos ajudem. Imaginem que estão a andar de carro numa rua que nunca tinham estado, e de repente vêm um homem a urinar para o passeio. Mais tarde, chegam a casa e um familiar fala-vos de um restaurante que gostou, que situa exactamente na rua que passaram antes. A vossa primeira reacção, é obviamente " Mas não é essa a rua onde as pessoas urinam para o passeio?( termos podem mudar de acordo com o familiar)" . Mas claro que mais tarde percebem, que esse comentário não teve fundamentos. Podia ter acontecido em qualquer rua. O exemplo mais comum do fenómeno da 1ª impressão é quando conhecemos alguém que nunca tínhamos visto. Se formos a andar na rua e virmos uma pessoa a andar num escorrega de um parque infantil, a primeira coisa que diremos ao nosso parceiro do lado vai ser ( por exemplo ) " Olha para aquela senhora bem formosa( termos podem variar de acordo com a proximidade com o companheiro ). Pena ser tão imatura". Um jovem a ler um livro de filosofia. " Olha só para aquele nerd anti-social a ler um livro. Quem é lê hoje em dia?". Um rapaz a levar socos de uma rapariga. " Olha só para aquela libelinha. Nunca vi homem mais fraco." E agora vocês vão dizer " Ah e tal, mas eu não faço isso". Eu sei. E também sei que se lê-se um post assim, também diria isso. Mas não há mal nenhum neste fenómeno, pois é involuntário. Ainda que o homem que urinou no passeio podia ter sido um tipo que apenas se embebedou ou se drogou uma vez, ainda que a rapariga tivesse a brincar com os seus irmãos mais novos, ainda que aquele livro que o jovem estava a ler era obrigatório e mesmo que a rapariga que estava a dar socos no rapaz é que era excepcionalmente forte nós diríamos os mesmo. Assim como quem está a ler este blog pela primeira vez, pensa que todos os escritores deste blog usam parênteses com demasiada frequência ( o que é mentira).
publicado por Sebastião Marques Lopes às 17:32 | link do post
Antes de fazer a nossa rubrica habitual ( que está a ficar cada vez menos habitual ) queria vos só dizer que o outro post que publiquei hoje já devia ter sido publicado há 3 dias atrás, por isso não pensem que sou uma daquelas pessoas que ficam agarradas ao computador, pois têm medo da luz solar. Mas agora passando ao Futebol. Na verdade, não precisava de escrever este post pois toda a gente já sabe do que é que eu vou falar. Seria até ridículo mencionar o tema, pois estaria a insultar todos os leitores deste blog. Mas como já pensam que eu sou um anti-social agarrado ao computador, eu vou dizê-lo: vou falar sobre o Mundial. À medida que essa data se aproxima,já ouvimos os nossos amigos e conhecidos, quer sejam adultos ou crianças a dizerem " Eu até falto à escola/ trabalho/ teletubies para ver Portugal a jogar". Não sendo um estudante de Direito, não conheço todas as nossas leis, mas tenho quase a certeza que os senhores que as escreveram não proclamaram que se podia faltar ao trabalho nos dias em que Portugal jogava. Mas agora que penso nisto, porque não fazer uma? Digo-vos mais uma vez que não sou um estudante de Direito, mas acho que vos posso garantir que era uma das melhores leis do livrinho. é que faz todo o sentido. Nem era preciso fazer um lista de prós e contras mas já que insistem: Prós: Toda a gente gosta de Futebol. Contras: Não contribui tanto para o desenvolvimento económico, como tecnológico de país. Mas também, quem é que se importa com a tecnologia? É graças a ela que pensam que sou um rato de computadores.
publicado por Sebastião Marques Lopes às 13:41 | link do post
Sendo apenas um jovem rapaz, não sou assim muito afectado pela crise. Pelo menos, não me sinto afectado. E também não sei muito sobre ela. A minha única bíblia sobre a crise são os testemunhos que as mulheres-a-dias me dão quase todos os dias na TVI. E, de acordo com o seu testemunho, a coisa está feia. Mas porventura, sinto-me extremamente baralhado quando vejo aquelas pessoas todas no rock in rio. Mas o rock in rio acontece de 2 em 2 anos, por isso não é assim tão mau. Isto também acontece em objectos do dia-a-dia. Por exemplo, estava eu sentado no sofá de minha casa a pensar no futuro da humanidade, quando olho para o tapete que está no chão. Após ter recordado todas as quedas e todas as vezes em que tropecei naquele tapete de Satanás, cheguei à conclusão que não servia de muito. Curioso fui à Internet ver quanto custava aquele objecto tão desnecessário. Os meus olhos quase que saltaram quando vi o preço. 129 euros... 139 euros... e para quê? Estou com dificuldades em perceber o seu uso. É suposto tornar o chão mais confortável? É suposto pormos os restos de vidro de um copo que partimos há pouco debaixo dele? É suposto ser uma armadilha para ladrões? É suposto ser uma máquina para trabalhar no músculo do braço sempre que deitamos para lá o líquido e temos uma esponja à mão? É suposto ser um elemento decorativo da casa? Após de pensar muito calmamente no assunto, cheguei à conclusão que a resposta é provavelmente a última. Mas também não sou uma mulher-a-dias, pois não?
publicado por Sebastião Marques Lopes às 13:40 | link do post
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